October 2010
Kat to Patrick
“I hate the way you talk to me, and the way you cut your hair. I hate the way you drive my car, i hate it when you stare. I hate your big dumb combat boots, and the way you read my mind. I hate you so much it makes me sick, it even makes me rhyme. I hate it, I hate the way you’re always right, I hate it when you lie. I hate it when you make me laugh, even worse when you make me cry. I hate it when...
The damage I’ve done, I thought I wouldn’t do it to anyone it to...
Vamos viver nossos sonhos. Temos tão pouco tempo.
Essa sua fixação em tentar me cegar (em vão), chega a ser hilariante.
Teu silêncio é mais alto que um tiro.
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Deixei um maço de cigarros na tua casa, teu descaso me deixou tão só.
I really feel, that I’m losing my best friend. I can’t believe this...
– (No Doubt - Don’t Speak)
E quando você vai se dando conta, de que não faz mais parte da vida daquela pessoa? É a hora de você parar de insistir em tal coisa.
Yeah, you’re no fucking Elvis.
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Eduardo: Vamos em uma lanchonete?
Mônica: Não. Prefiro ver o filme do Godard.
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Mônica: Faço Medicina e falo alemão. E você?
Eduardo: Ainda estou nas minhas aulinhas de inglês.
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Mônica: Gosto do Bandeira e do Bauhaus, de Van Gogh e dos Mutantes, de Caetano e de Rimbaud.
Eduardo: Gosto de novela e de jogar futebol de botão com meu avô.
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Mônica: Vejo que você ainda está no esquema "escola, cinema, clube e televisão".
Eduardo: E você só fala do Planalto Central, magia e meditação.
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Eu não acredito nas palavras. Acredito nos fatos, nas coisas e nas respostas. E então, o que é o perdão se não um produto sem justificativa? E isso tudo é só um símbolo de que o passado não importa mais. E por isso, eu não devia calar o meu pranto. Essa lâmina continua afiada. E era eu que ainda não tinha observado, tentando superar o mau gosto do meu sangue. E as lágrimas assim vão sendo...
E eu quero tirar espinhos do meu coração.
– (Fresno - O peso do Mundo)
givemeasmiley:
Se alguém te disse que a vida é um plágio, é tudo verdade.
Quero direitos autorais, mandu.
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He’s Ordinary.
Foi como ácido. O avião se transformou Coca-Cola com baunilha. Meia-comédia, meio sem jeito. Um frio que virava calor quando batia no peito. “Deixe de lado os olhares estranhos. Aceite seus erros, acertos e esqueça seus planos. Para tudo! Para tudo!”, repetia. Não parava de repetir. Eu deixei tudo de pupilas dilatadas, e afinal, nunca é hora errada, não existe hora certa. Não tem...